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sábado, 18 de outubro de 2014

UNIDADE IV - MATERIAL

Proponho que façam a leitura clicando neste link abaixo que o levará ao arquivo "entrevista com o professor Lucas Ciavatta", que se encontra reproduzindo do material da unidade, na qual ele conta sobre a história do Bloco do Passo e fala sobre criação e criação coletiva, contextualizada das ações, aprendizagens múltiplas e interligadas de múltiplos sujeitos, e importância do estimulo para vencer desafios. A entrevista suscita reflexões para vocês cursistas destacando-se aprendizagens, competências e saberes que se podem desenvolver por meio da aprendizagem colaborativa.

http://tecnologiasnaeducacao.pbworks.com/f/Entrevista+com+Lucas+Ciavatta.pdf

Também em Vídeo ´- Entrevista com Lucas Ciavatta parte I



Bloco do Passo - Saltos no tempo




Entrevista com Lucas Ciavatta parte II



quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Currículo

Olá cursistas aqui vocês vão fazer uma síntese acerca do conceito de currículo e o processo de integração de tecnologias ao currículo e interagir com o grupo aqui no fórum cujo tema em debate é conceito de currículo e o processo de integração de tecnologias ao currículo.

Boa sorte em seus estudos!

Atividades propostas da Unidade III


sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Leitura e reflexão em sala

Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Faça a leitura desses artigos:

Pedagogia de projetos: "Fundamentos e implicações"  e também "Desafios e possibilidades da integração de tecnologias ao currículo"(este link está postado separado) nós links postados.
http://www.virtual.ufc.br/cursouca/modulo_4_projetos/conteudo/unidade_1/Eixo1-Texto18.pdf

Fazendo a leitura desses artigos, teremos uma melhor visão das questões a seguir articulando a prática analisada com a teoria.

O que é currículo?
Quais as contribuições das tecnologias ao desenvolvimento do currículo?
Como integrar efetivamente as tecnologias ao desenvolvimento do currículo?
Como desenvolver projetos no âmbito do currículo?

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Tecnologia e possibilidades

Desafios e possibilidades da integração de tecnologias ao currículo1
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida – PUC-SP
Maria Elisabette Brisola Brito Prado – UNICAMP e UNIBAN
Click no link e amplie seus conhecimentos.
http://enaldopontes.xpg.uol.com.br/desafios_e_possibilidades.pdf

Tecnologia, Currículo e Projeto

http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/1sf.pdf

Entre no link e faça uma boa leitura.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

O computador na sociedade do conhecimento, organizado por José Armando Valente (1999)

http://www.fe.unb.br/catedraunescoead/areas/menu/publicacoes/livros-de-interesse-na-area-de-tics-na-educacao/o-computador-na-sociedade-do-conhecimento
O autor inicia suas reflexões apresentando três posturas quanto ao uso do computador na educação: o ceticismo, a indiferença e o otimismo. Com um olhar crítico sobre cada posição, Valente diferencia também o uso do computador na educação como "máquina de ensinar" ou "ferramenta". Em seguida, desenvolve, amplamente, o argumento de que o computador, para ser efetivo no processo de desenvolvimento da capacidade de criar e pensar, deve está de acordo com o paradigma construcionista. Nessa perspectiva, deve ser usado como uma ferramenta que facilita a descrição, a reflexão e a depuração de ideias. isso é conseguido quando o computador é usado na atividade de programação e, ainda mais efetivamente, quando a linguagem de programação apresenta as características do logográfico.

Por que o computador na educação?

http://www.ich.pucminas.br/pged/db/wq/wq1_LE/local/txtie9doc.pdf

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Entrevista com Stewart Mader – Wiki in Education


terça-feira, abril 10, 2007 13:10

Postado em: Sem categoria







Stewart Mader, organizador e escritor do wiki-book Wiki in Education, falou sobre o uso de tecnologias em sala de aula e os novos desafios dos professores. Confira a entrevista exclusiva concedida ao blog Contos da Escola:
Contos da Escola: Como a figura do professor se transforma na era digital?
Stewart Mader: Hoje, mais do que nunca, temos abundância de informação a fácil alcance. Conseqüentemente, o papel dos professores mudou, de uma fonte limitada de informação aos estudantes, para um orientador do uso de toda a informação que está disponível para qualquer assunto.
Qual é a diferença entre o uso do wiki e o uso do blog num projeto de educação?
SM: Um blog é útil para você se comunicar, indicar links para os estudantes, escrever sobre um artigo, uma notícia cujo assunto é relevante à aula etc. O wiki é bom para projetos em grupo, tendo o estudante o papel de escrever para que o professor leia e edite, enquanto o aluno desenvolve. É útil também para construir um registro freqüente daquilo que os estudantes fizeram em um curso. Por exemplo, você dá a cada grupo de estudantes uma página no wiki para desenvolver seu projeto principal. Então, mantém a página com o projeto final, e deixa estudantes do semestre seguinte verem o projeto dos alunos anteriores, para que esses desenvolvam seu próprio projeto ao lado dos precedentes.
- É possível professores que não se interessem por tecnologia terem sucesso no uso de wiki como ferramenta de trabalho?
SM: A pessoa tem de entender o valor do uso da tecnologia acima das dificuldades ocasionais, investir tempo para desenvolver tarefas colaborativas em seu wiki que sejam úteis aos estudantes, que tenham um propósito em um curso acadêmico. É preciso gostar de tecnologia e ser interessado em usá-la para gastar seu tempo e energia com isso. Há também um outro ponto de vista: Eu vi pessoas céticas mudarem de opinião após o uso do wiki. É simples, não requer muito tempo para aprender e os deixa rapidamente aptos a começar o trabalho, o que é importante. Assim, o wiki é visto como uma ferramenta que não demora a provar seu valor.
- O que leva um projeto de uso de tecnologia em educação falhar? Quais são os erros mais comuns que os professores cometem?
SM: A maior falha que já vi é usar a tecnologia como “um algo a mais” às maneiras tradicionais de ensinar. Ela necessita ser integrada inteiramente no curso e a participação tem que contar como crédito do mesmo para que seja bem sucedida.
- O relato de Deborah Torres em “Wikis in Academy” mostra que é um desafio introduzir o adulto para produzir conhecimento em conjunto de uma forma não-linear. É possível pensar que só teremos de fato educação conjugada com tecnologia quando professores mais jovens chegarem ao mercado de trabalho?
SM: Hmmm, este é um assunto delicado. Eu já ouvi este argumento e minha opinião é que a próxima geração já será proficiente e entenderá o valor, mas nós necessitamos educar a geração atual para que ela não apenas use a tecnologia, como entenda o que é necessário ser feito para ter um resultado eficaz.
- 79% da população do Brasil nunca acessou a internet, nem eventualmente. Isso poderá aumentar nossa defasagem no ensino já que os países desenvolvidos estão adiantados no uso das tecnologias em educação?
SM: Há cinco anos este fato aumentaria a diferença educacional, mas hoje em dia nem tanto. As ferramentas tecnológicas estão se tornando mais rápidas, mais baratas e muito simples de se usar. Wikis, por exemplo, é assim: barato e simples. Muitas pessoas, incluindo aquelas que nunca usaram Internet antes, vão achar fácil de aprender. O fato de que os países desenvolvidos estão à frente não importa muito, porque o wiki é uma tecnologia de nível simples, e é fácil para um país em desenvolvimento alcançar o mesmo nível com rapidez.
- É muito comum os alunos brasileiros copiarem o conteúdo da internet sem qualquer edição ou verificação. Isso acontece nos USA também? Como os professores de seu país estão lidando com isso?
SM: Isto acontece nos Estados Unidos, e muita gente vai dizer que a razão para isso é que os estudantes são preguiçosos. Eu penso que a razão real é que as atividades propostas não desafiam os estudantes o bastante, e eles reconhecem isso. Então, devolvem às atividades o mesmo respeito que receberam. Alguns professores penalizam os estudantes por copiar, mas eu acho que esse não é o ponto.
Por exemplo, se eu tiver de ler um capítulo para fazer um resumo, eu me sentiria entediado e desperdiçando meu tempo, afinal é a mesma coisa que cada estudante de minha classe vai fazer. Se fosse dado a esse mesmo capítulo uma página no wiki para que os estudantes pudessem escrever juntos o resumo, eu estaria muito mais animado, e provavelmente não copiaria da Internet. Eu poderia oferecer meus próprios pensamentos à discussão colaborativa. Esse tipo de atividade respeita minha contribuição intelectual, e me dá uma oportunidade de contribuir legitimamente.


Num mundo wiki, uma escola idem - Parte I


Por Jaime Balbino
Data de Publicação: 15 de Janeiro de 2007
Daqueles que já visitaram a Wikipedia ou dela ouviram falar, muito poucos tem claro como é a sua estrutura de trabalho e o quanto ela é revolucionária. Reduzi-la ou somente compará-la a tantas outras enciclopédias existentes retira o que há de mais caro no seu modelo. Perde-se a perspectiva de compreender, reproduzir e reaplicar esta inovação. Neste ensaio pretendo ajudar a esclarecer um pouco mais desta importante ferramenta contemporânea, um fenômeno social raro que não deve ser ignorado por aqueles que pensam seriamente a educação.
Uma contribuição à liberdade
Dentre as ferramentas desenvolvidas pelas comunidades de software livre para viabilizar seu modelo colaborativo de desenvolvimento de códigos-fonte, encontra-se o wiki, um modelo de organização e gestão colaborativa de documentos criado por Ward Cunningham em 1994 e que é muito utilizado pela comunidade de software livre para a documentação de programas e criação de apostilas.
De uma idéia para auxiliar a criação de apostilas e manuais em grupo o modelo acabou sendo adotado por Jimmy Wales e Larry Sanger - que já tinham posto em prática a Nupedia um ousado projeto de enciclopédia on-line colaborativa. O sistema original utilizava editores especialistas em suas áreas para validar o conteúdo. Ao contrário deste sistema, o modelo wiki funcionava bem, mesmo não possuindo organização prévia ou controle contínuo dos membros.
Curiosamente, o wiki organiza e mantem a qualidade do conteúdo mesmo sendo composto por materiais dispersos, produzidos levianamente por pessoas com interesses comuns, mas sem qualquer organização prévia ou controle contínuo dos membros. O interesse inerente em qualquer grupo de preservar o conhecimento que os une e lhes dá identidade parece ser o suficiente para garantir a produção, manutenção e atualização do material.
(Uma coisa interessante aqui é que Jimmy e Larry, num ato espirituoso e nobre condizente com a cultura do software livre, não só incorporaram as idéias e o modelo wiki ao seu projeto, como também o renomearam, homenageando assim de maneira definitiva aqueles que vieram antes deles.)
A Wikipedia é uma experiência colaborativa radical. É difícil encontrar iniciativas semelhantes mesmo entre outros projetos de software livre: uma enciclopédia mundial em que qualquer pessoa pode não só ler seu conteúdo como modificá-lo, acrescentando, retirando, ligando outros documentos, reformatando, corrigindo e traduzindo seus verbetes. A fiscalização do trabalho é feita pelos próprios usuários, que podem atualizá-la com as últimas informações ou apagar informações erradas ou mentirosas que tenham sido incluídas por desinformados ou vândalos.
Um avançado controle de revisão (no estilo do CVS  para desenvolvimento colaborativo de códigos) permite que todas as versões antigas dos textos possam ser lidas ou recuperadas. Discussões podem ser travadas no espaço apropriado de cada verbete, a estrutura simples de edição e formatação torna a criação fácil e prazerosa, mesmo para os não iniciados. Apesar disso tudo, o conceito é poderoso e difícil de ser assimilado por aqueles que ainda tem encucada a idéia de um "conhecimento central", definido e administrado por mestres de notório saber, designados de alguma maneira ritual e pela tradição para este nobre trabalho.
Ser autor de um texto livre, dinâmico e mutável contrasta com o modelo linear e "seguro" dos livros, programas de televisão e mesmo do hipertexto padrão daquelas webpages seguras, quase estáticas e sob responsabilidade de um editor ou jornalista. No entanto, a experiência da Wikipedia nos mostra que a confiabilidade do seu conteúdo é superior ao das melhores enciclopédias do mundo. A relação entre o número de verbetes que possui e os que de fato foram atingidos por vândalos é insignificante, além de plenamente reversível. Os danos causados por tais ataques não são nem um pouco relevantes e não há indicativos de que eles o sejam no futuro, simplesmente porque é impossível um movimento de negativação que consiga modificar um número significativo de verbetes, muito menos de forma permanente (um apresentador da televisão americana também tentou instigar sua grande audiência a fazer isto, sem sucesso).
O que é conhecimento?
"Mas, mesmo assim, porque não confiar no conhecimento institucionalizado, guardado nos livros, nos intelectuais e nos funcionários públicos designados para tal? Mesmo que eles não sejam tão ágeis na disseminação, eles de fato possuem o notório saber, aquele que realmente faz o mundo andar e se desenvolver..."
Para compreender a Wikipedia é necessário entender o conhecimento como fenômeno social coletivo e não como posse e propriedade de uma elite - da qual podemos ou não nos sentir parte. Não estamos aqui falando, valorizando ou distinguindo uma cultura popular e uma cultura do status quo, pois não existe esta dicotomia no "mundo wiki". O que existe é um grupo de pessoas que vive e interpreta o mundo e que, por meio da linguagem, pode expressar esse seu conhecimento de forma competente e sintonizada com o outro (quer seja ou não da mesma classe social).
Em resumo: qualquer um tem propriedade para escrever sobre algo. O próprio fato dele poder escrever, falar e atuar continuamente é prova desta sua competência sobre os saberes que desenvolveu ao longo da vida. Escrever, em especial, não é um ato solitário e torna-se mais público e grupal com as possibilidades da teleinformação e das ferramentas da Wikipedia.
Há algo de Paulo Freire aí, e não é obra do acaso. Os milhares de anônimos, intelectuais orgânicos que hoje tornam esta experiência realidade são a prova maior da viabilidade destas idéias.
Conhecimento e conceito
Não se pode ler um verbete da Wikipedia sem participar. Isto torna a leitura pobre e sem sentido. O conhecimento lá não é só uma matrix hipertextual que parte da interpretação individual para atingir o coletivo, como diria Pierre Levy. O hipertexto e seus links são apenas parte das possibilidades. Num texto dinamicamente escrito e reescrito, por autores conscientes do seu poder de influir na coletividade, o que temos é o surgimento também de camadas, dobras, platôs, múltiplos, histórias (num sentido mais deleuziano). Para se chegar a uma conclusão condizente com os objetivos de um wiki, deve-se não apenas seguir os links, mas acompanhar e interpretar a história, os diversos momentos do texto que lá está. Isto é, não temos "quase-conceitos" ou "pseudo-conceitos", criados individual e coletivamente, que juntos formam um conceito ou uma idéia. O que temos em cada verbete é um conceito pleno, que representa uma idéia na sua plenitude, desde que nos deixemos desvelá-lo. Vigotsky fala desta necessidade de abstrair e refletir sobre o conhecimento para se conceituar de forma consistente o universo (*).
Não há concretude no Conhecimento, se é posto de forma definitiva ele é apenas objeto de alienação. A reflexão é o que permite olhar para além do que está posto, trabalhar a informação e reinterpreta-la de volta ao mundo, como resultado de nossa contemporaneidade. Esta desconfiança deveria ser inerente a qualquer tipo de informação ou método de ensino, no "mundo wiki" ela se encontra canalizada como combustível e motor de um conhecimento dinâmico, em constante transformação.
Concluindo
Tudo o que foi dito sobre a Wikipedia pode ser utilizado para qualquer wiki ou modelo correlato, mas a Wikipedia com certeza é a experiência mais bem sucedida e a principal desenvolvedora deste modelo de gerência do conhecimento. Seus softwares, documentos e soluções estão disponíveis na MediaWiki livremente, é claro.
Curiosamente, não utilizei a Wikipedia para fazer este artigo. Não queria repetir algo que já pudesse ser encontrado aqui.
É claro que (ainda) não é possível encontrar tudo na Wikipedia e o que dissemos refere-se aos milhares de verbetes onde o trabalho coletivo de fato acontece e onde a polêmica não impôs a necessidade de mediação rigorosa. Você pode ajudar a ampliá-la e melhorá-la, descobrindo um assunto do seu interesse e desenvolvendo-o lá, também pode disponibilizar alguma produção antiga sua que considere importante para os outros. Se desejar, pode simplesmente criar uma referência externa ou citar a obra.
Na próxima semana trataremos especificamente das possibilidades de uso do modelo wiki e da Wikipedia na educação.


Pedagogia da Pesquisa-Ação

Maria Amélia Santoro Franco
Universidade Católica de Santos

Resumo
A pesquisa-ação tem sido utilizada, nas últimas décadas, de diferentes maneiras, a partir de diversas intencionalidades, passando a
compor um vasto mosaico de abordagens teórico-metodológicas,
instigando-nos a refletir sobre sua essencialidade epistemológica,
bem como sobre suas possibilidades como práxis investigativa. O
presente trabalho aprofunda reflexões sobre a pertinência e as
possibilidades da pesquisa-ação como instrumento pedagógico e
científico, buscando indicativos de respostas às questões: a pesquisa-ação deve ser essencialmente uma pesquisa intencionada à
transformação participativa, em que sujeitos e pesquisadores
interagem na produção de novos conhecimentos? Deve assumir o
caráter formativo-emancipatório? Mediando pesquisas e estudos já
realizados, buscou-se estruturar um processo pedagógico para a
pesquisa-ação, que organize a questão da coerência entre a
ontologia e a epistemologia pretendida na pesquisa. Para tanto, foi
necessário estabelecer referências às questões: de que pesquisa
falamos quando nos referimos àpesquisa-ação? Ou mesmo, de
que ação falamos quando nos referimos àpesquisa-ação?E ainda,
como pesquisa e ação se integram na prática pedagógica da
pesquisa-ação?
O trabalho realça que a pesquisa-ação, estruturada dentro de
seus princípios geradores, éuma pesquisa eminentemente pedagógica, dentro da perspectiva de ser o exercício pedagógico, configurado como uma ação que cientificiza a prática educativa, a
partir de princípios éticos que visualizam a contínua formação e
emancipação de todos os sujeitos da prática.

Pesquisa realizada na internet, para ler o artigo completo entre no link: http://www.scielo.br/pdf/ep/v31n3/a11v31n3.pdf

Atividades propostas

2.1 Navegar em hipertextos e discutir sobre suas experiências
2.2  Navegar em busca do conceito de hipertexto e postar em seus respectivos blogs
2.3  Conceituar hipertexto individualmente
Observação: atividades devem ser desenvolvidas no blog do professor
2.4 Fazer o registro digital de sua experiência com hipertexto no fórum: experiência de navegar livremente - (blog do curso)
2.5  Assistir e comentar o vídeo: you tube - Hipertextualidade / Alejandra Bertolaccini
2.6  Apresentar a unidade - 03 currículos, projetos e tecnologia.


Experiências de navegar livremente

Neste Fórum faça o registro digital de sua experiência com hipertexto - experiência de navegar livremente.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Comentário - Navegação a deriva

Navegar à deriva é um pouco embaraçoso por alguns instantes, mas o texto nos aponta caminhos dos textos que vão surgindo nas buscas virtuais, restando-nos selecionarmos aqueles que mais se inserem no contexto dos objetivos que pretendemos alcançar.
            Podemos interpretá-lo de diversas formas, no ponto de vista da informatização vendo numa visão de Hipertexto, trata-se de um termo utilizado em fins eletrônico, de uma vez que se entende que quando se lida com a internet utilizamos o hipertexto ao navegarmos nas páginas da WEB.
            “Os hipertextos, seja online ou off-line são informações textuais combinadas com imagens, sons, organizadas de forma a promover uma leitura (ou navegação) não linear, baseada em indexações e associações de ideias e conceitos, sob a forma de links”.
            Dessa forma, o mundo globalizado nos coloca diante dessa interatividade eletrônica, onde o hipertexto atua em forma de texto disponibilizado pelas redes de computadores, onde acessaremos aleatoriamente em qualquer computador e por qualquer usuário, em qualquer lugar do mundo e ao mesmo tempo, qualquer texto desejado.
            Então, o “texto eletrônico em formato hipertextual e multimídia oferece um novo meio de leitura e de escrita, em que o usuário pode interagir de maneira mais dinâmica com à informação; escolher entre múltiplas trajetórias e esquemas possíveis de leitura; experimentar o texto como parte de uma rede de conexões navegáveis que oferecem acesso fácil e rápido a outra informação necessária para a compreensão.”


quinta-feira, 24 de julho de 2014

2ª Unidade - Poema "Navegação a deriva"



Navegação à Deriva
          Marcus Vinicius Quiroga

Quem navega à deriva
sabe que há vida além dos mares nos mapas
além das bússolas, astrolábios, diários de bordo
além das lendas dos monstros marinhos, dos mitos

quem navega à deriva
acredita que há nos mares miragens, portos
inesperados, ilhas flutuantes, botes e salva-vidas
água potável, aves voando sobre terra, vertigem

quem navega à deriva
aprende que há mares dentro do mar à vista
profundidade secreta, origem do mundo, poesia
escrita cifrada à espera de quem lhe dê sentido

quem navega à deriva
se perde da costa, do farol na torre, dos olhares
atentos, dos radares, das cartas de navegação
imigra para mares de imprevista dicção.
( O Autor é poeta, contista, crítico e ensaísta, doutor em Literatura Brasileira).  

Faça uma reflexão do texto, respondendo: Que diferenças  surgem nas navegações, alguém se perdeu na navegação, souberam voltar para as páginas iniciais? Há ganhos em navegar a deriva?

Olá Turma

Estou inserindo novas postagens da segunda unidade, visite sua biblioteca no blogger.

Abraços!

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Olá turma!

Estou sentindo sua ausência, entre no blogger  e deixe seu comentário. Sua participação é muito importante. Precisam está com 75% de participação, por isso entre no fórum, discuta com o grupo, deixe sua opinião.

Contamos com vocês!
Abraços!

terça-feira, 1 de julho de 2014

Oi, turma!

Vamos lá! Estou contando com a participação de vocês para que os assuntos discutidos se torne palco do teatro, onde você é o protagonista. Discuta, discorde, concorde. Mas não deixem de participar.

Abraços!

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Texto em foco

A SOCIEDADE DA APRENDIZAGEM E O DESAFIO DE CONVERTER INFORMAÇÃO EM CONHECIMENTO
Juan Ignacio Pozo

Vivemos em uma sociedade da aprendizagem, na qual aprender constitui uma exigência social crescente que conduz a um paradoxo: cada vez se aprende mais e cada vez se fracassa mais na tentativa de aprender. ”
Este comentário aponta paradoxos a partir do ponto de vista da aprendizagem, onde podemos notar não só a exigência do meio social no aprendizado de diversas coisas tudo ao mesmo tempo, mas como uma via indispensável para o desenvolvimento pessoal, cultural e até mesmo econômico dos cidadãos. Refere-se também da dificuldade de aprender das pessoas exigido pela sociedade do porquê de tantos fracassos no âmbito escolar. Segundo o autor Pozzo, diz:
Nunca houve tantas pessoas aprendendo tantas coisas ao mesmo tempo como em nossa sociedade atual. De fato podemos concebê-la como uma sociedade da aprendizagem (Pozzo, 2002)
E com essas demandas crescente de aprendizagem requer que as pessoas aprendam de uma nova maneira, no âmbito de uma nova cultura da aprendizagem e de uma nova forma de conceber e gerir o conhecimento, seja na perspectiva cognitiva ou social. Relata ainda que é preciso investir no conhecimento e, seguramente, na aprendizagem. Com as tecnologias da informação estão criando novas formas de distribuir socialmente o conhecimento, que estamos apenas começando a vislumbrar, mas que, tornam necessárias novas formas de alfabetização (literária, gráfica, informática, cientifica etc.) (Pozo, 2001) Elas estão criando uma nova cultura da aprendizagem, que a escola não pode – ou pelo menos não deve – ignorar. A informatização do conhecimento tornou mais acessível todos os saberes, qualquer pessoa informaticamente alfabetizada pode criar sua própria página web e divulgar suas ideias ou acessar as de outros, visto que não é preciso ter uma editora para publica-la.
Graças a essas novas tecnologias da informação, a escola, em nossa sociedade, já não é a primeira fonte de conhecimento para os alunos e, às vezes, nem mesmo a principal, em muitos âmbitos. As “primícias” informativas reservadas à escola hoje são muito poucas. Dado que a escola já não pode proporcionar toda a informação relevante, porque esta é muito mais volátil e flexível que a própria escola, o que se pode fazer é formar os alunos para terem acesso e darem sentido à informação, proporcionando-lhes capacidades de aprendizagem que lhes permitam uma assimilação crítica da informação
(Pozo e Postigo, 2000). Formar cidadãos para uma sociedade aberta e democrática, para aquilo que Morin (2001) chama de democracia cognitiva, e, mais ainda, formá-los para abrir e democratizar a sociedade requer dotá-los de capacidades de aprendizagem, de modos de pensamento que lhes permitam utilizar
Estrategicamente a informação que recebem, para que possam converter essa informação – que flui de maneira caótica em muitos espaços sociais – em conhecimento verdadeiro, em um saber ordenado. Vivemos em uma sociedade da informação que só se converte em uma verdadeira sociedade do conhecimento para alguns, aqueles que puderam ter acesso às capacidades que permitem desentranhar e ordenar essa informação (Pozo, 2003).
Como conseqüência dessa multiplicação informativa, bem como de mudanças culturais mais profundas, experimentamos uma crescente incerteza intelectual e pessoal. Não existem mais saberes ou pontos de vista absolutos que se devam assumir como futuros cidadãos; a verdade é coisa do passado, mais que do presente ou do futuro, um conceito que faz parte de nossa tradição cultural (Pozo, 2003) e que, portanto, está presente em nossa cultura da aprendizagem, mas que, sem dúvida, é preciso repensar nessa nova cultura da aprendizagem, sem, com isso, cair necessariamente em um relativismo extremo. Vivemos na era da incerteza (Morin, 2001), na qual, mais do que aprender verdades estabelecidas e indiscutíveis, é necessário aprender a conviver com a diversidade de perspectivas, com a relatividade das teorias, com a existência de múltiplas interpretações de toda informação, para construir, a partir delas, o próprio juízo ou ponto de vista.

O ensino de novas competências para a gestão de conhecimento:
·         Competencias para aquisição de informação.
·         Competências para a interpretação da informação.
·         Competências para a analise da informação.
·         Competência para a compreensão da informação.
·         Competência para a comunicação da informação.

Diz no texto que mudar as aformas de aprender dos alunos requer mudar a forma de ensinar dos professores.