segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Fascículo Computadores
http://cartilha.cert.br/fasciculos/computadores/fasciculo-computadores-slides-notas.pdf
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Entrevista com Stewart Mader – Wiki in Education
terça-feira,
abril 10, 2007 13:10
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Postado
em: Sem categoria
Stewart
Mader,
organizador e escritor do wiki-book Wiki in Education, falou
sobre o uso de tecnologias em sala de aula e os novos desafios dos professores.
Confira a entrevista exclusiva concedida ao blog Contos da Escola:
Contos da Escola: Como a figura do professor se transforma na era
digital?
Stewart Mader: Hoje, mais do que nunca, temos abundância de informação a fácil alcance. Conseqüentemente, o papel dos professores mudou, de uma fonte limitada de informação aos estudantes, para um orientador do uso de toda a informação que está disponível para qualquer assunto.
Stewart Mader: Hoje, mais do que nunca, temos abundância de informação a fácil alcance. Conseqüentemente, o papel dos professores mudou, de uma fonte limitada de informação aos estudantes, para um orientador do uso de toda a informação que está disponível para qualquer assunto.
Qual é a diferença entre o uso do wiki e o uso do blog num projeto de
educação?
SM: Um blog é útil para você se comunicar, indicar links para os estudantes, escrever sobre um artigo, uma notícia cujo assunto é relevante à aula etc. O wiki é bom para projetos em grupo, tendo o estudante o papel de escrever para que o professor leia e edite, enquanto o aluno desenvolve. É útil também para construir um registro freqüente daquilo que os estudantes fizeram em um curso. Por exemplo, você dá a cada grupo de estudantes uma página no wiki para desenvolver seu projeto principal. Então, mantém a página com o projeto final, e deixa estudantes do semestre seguinte verem o projeto dos alunos anteriores, para que esses desenvolvam seu próprio projeto ao lado dos precedentes.
SM: Um blog é útil para você se comunicar, indicar links para os estudantes, escrever sobre um artigo, uma notícia cujo assunto é relevante à aula etc. O wiki é bom para projetos em grupo, tendo o estudante o papel de escrever para que o professor leia e edite, enquanto o aluno desenvolve. É útil também para construir um registro freqüente daquilo que os estudantes fizeram em um curso. Por exemplo, você dá a cada grupo de estudantes uma página no wiki para desenvolver seu projeto principal. Então, mantém a página com o projeto final, e deixa estudantes do semestre seguinte verem o projeto dos alunos anteriores, para que esses desenvolvam seu próprio projeto ao lado dos precedentes.
- É possível professores que não se interessem por tecnologia terem
sucesso no uso de wiki como ferramenta de trabalho?
SM: A pessoa tem de entender o valor do uso da tecnologia acima das dificuldades ocasionais, investir tempo para desenvolver tarefas colaborativas em seu wiki que sejam úteis aos estudantes, que tenham um propósito em um curso acadêmico. É preciso gostar de tecnologia e ser interessado em usá-la para gastar seu tempo e energia com isso. Há também um outro ponto de vista: Eu vi pessoas céticas mudarem de opinião após o uso do wiki. É simples, não requer muito tempo para aprender e os deixa rapidamente aptos a começar o trabalho, o que é importante. Assim, o wiki é visto como uma ferramenta que não demora a provar seu valor.
SM: A pessoa tem de entender o valor do uso da tecnologia acima das dificuldades ocasionais, investir tempo para desenvolver tarefas colaborativas em seu wiki que sejam úteis aos estudantes, que tenham um propósito em um curso acadêmico. É preciso gostar de tecnologia e ser interessado em usá-la para gastar seu tempo e energia com isso. Há também um outro ponto de vista: Eu vi pessoas céticas mudarem de opinião após o uso do wiki. É simples, não requer muito tempo para aprender e os deixa rapidamente aptos a começar o trabalho, o que é importante. Assim, o wiki é visto como uma ferramenta que não demora a provar seu valor.
- O que leva um projeto de uso de tecnologia em educação falhar? Quais
são os erros mais comuns que os professores cometem?
SM: A maior falha que já vi é usar a tecnologia como “um algo a mais” às maneiras tradicionais de ensinar. Ela necessita ser integrada inteiramente no curso e a participação tem que contar como crédito do mesmo para que seja bem sucedida.
SM: A maior falha que já vi é usar a tecnologia como “um algo a mais” às maneiras tradicionais de ensinar. Ela necessita ser integrada inteiramente no curso e a participação tem que contar como crédito do mesmo para que seja bem sucedida.
- O relato de Deborah Torres em “Wikis
in Academy” mostra que é um desafio introduzir o adulto para
produzir conhecimento em conjunto de uma forma não-linear. É possível pensar
que só teremos de fato educação conjugada com tecnologia quando professores
mais jovens chegarem ao mercado de trabalho?
SM: Hmmm, este é um assunto delicado. Eu já ouvi este argumento e minha opinião é que a próxima geração já será proficiente e entenderá o valor, mas nós necessitamos educar a geração atual para que ela não apenas use a tecnologia, como entenda o que é necessário ser feito para ter um resultado eficaz.
SM: Hmmm, este é um assunto delicado. Eu já ouvi este argumento e minha opinião é que a próxima geração já será proficiente e entenderá o valor, mas nós necessitamos educar a geração atual para que ela não apenas use a tecnologia, como entenda o que é necessário ser feito para ter um resultado eficaz.
- 79% da população do Brasil nunca
acessou a internet, nem eventualmente. Isso poderá aumentar nossa
defasagem no ensino já que os países desenvolvidos estão adiantados no uso das
tecnologias em educação?
SM: Há cinco anos este fato aumentaria a diferença educacional, mas hoje em dia nem tanto. As ferramentas tecnológicas estão se tornando mais rápidas, mais baratas e muito simples de se usar. Wikis, por exemplo, é assim: barato e simples. Muitas pessoas, incluindo aquelas que nunca usaram Internet antes, vão achar fácil de aprender. O fato de que os países desenvolvidos estão à frente não importa muito, porque o wiki é uma tecnologia de nível simples, e é fácil para um país em desenvolvimento alcançar o mesmo nível com rapidez.
SM: Há cinco anos este fato aumentaria a diferença educacional, mas hoje em dia nem tanto. As ferramentas tecnológicas estão se tornando mais rápidas, mais baratas e muito simples de se usar. Wikis, por exemplo, é assim: barato e simples. Muitas pessoas, incluindo aquelas que nunca usaram Internet antes, vão achar fácil de aprender. O fato de que os países desenvolvidos estão à frente não importa muito, porque o wiki é uma tecnologia de nível simples, e é fácil para um país em desenvolvimento alcançar o mesmo nível com rapidez.
- É muito comum os alunos brasileiros copiarem o conteúdo da internet
sem qualquer edição ou verificação. Isso acontece nos USA também? Como os
professores de seu país estão lidando com isso?
SM: Isto acontece nos Estados Unidos, e muita gente vai dizer que a razão para isso é que os estudantes são preguiçosos. Eu penso que a razão real é que as atividades propostas não desafiam os estudantes o bastante, e eles reconhecem isso. Então, devolvem às atividades o mesmo respeito que receberam. Alguns professores penalizam os estudantes por copiar, mas eu acho que esse não é o ponto.
SM: Isto acontece nos Estados Unidos, e muita gente vai dizer que a razão para isso é que os estudantes são preguiçosos. Eu penso que a razão real é que as atividades propostas não desafiam os estudantes o bastante, e eles reconhecem isso. Então, devolvem às atividades o mesmo respeito que receberam. Alguns professores penalizam os estudantes por copiar, mas eu acho que esse não é o ponto.
Por
exemplo, se eu tiver de ler um capítulo para fazer um resumo, eu me sentiria
entediado e desperdiçando meu tempo, afinal é a mesma coisa que cada estudante
de minha classe vai fazer. Se fosse dado a esse mesmo capítulo uma página no
wiki para que os estudantes pudessem escrever juntos o resumo, eu estaria muito
mais animado, e provavelmente não copiaria da Internet. Eu poderia oferecer
meus próprios pensamentos à discussão colaborativa. Esse tipo de atividade
respeita minha contribuição intelectual, e me dá uma oportunidade de contribuir
legitimamente.
Num mundo wiki, uma escola idem - Parte I
Por Jaime Balbino
Data de Publicação: 15 de Janeiro de 2007
Daqueles
que já visitaram a Wikipedia ou dela ouviram falar, muito poucos tem claro como
é a sua estrutura de trabalho e o quanto ela é revolucionária. Reduzi-la ou
somente compará-la a tantas outras enciclopédias existentes retira o que há de
mais caro no seu modelo. Perde-se a perspectiva de compreender, reproduzir e
reaplicar esta inovação. Neste ensaio pretendo ajudar a esclarecer um pouco mais desta
importante ferramenta contemporânea, um fenômeno social raro que não deve ser
ignorado por aqueles que pensam seriamente a educação.
Uma contribuição à liberdade
Dentre as
ferramentas desenvolvidas pelas comunidades de software livre para viabilizar
seu modelo colaborativo de desenvolvimento de códigos-fonte, encontra-se o wiki, um
modelo de organização e gestão colaborativa de documentos criado por Ward Cunningham em 1994
e que é muito utilizado pela comunidade de software livre para a documentação
de programas e criação de apostilas.
De uma
idéia para auxiliar a criação de apostilas e manuais em grupo o modelo acabou
sendo adotado por Jimmy Wales e Larry Sanger - que já tinham posto em prática a
Nupedia um
ousado projeto de enciclopédia on-line colaborativa. O sistema original
utilizava editores especialistas em suas áreas para validar o conteúdo. Ao
contrário deste sistema, o modelo wiki funcionava bem, mesmo não possuindo
organização prévia ou controle contínuo dos membros.
Curiosamente,
o wiki organiza e mantem a qualidade do conteúdo mesmo sendo composto por
materiais dispersos, produzidos levianamente por pessoas com interesses comuns,
mas sem qualquer organização prévia ou controle contínuo dos membros. O
interesse inerente em qualquer grupo de preservar o conhecimento que os une e
lhes dá identidade parece ser o suficiente para garantir a produção, manutenção
e atualização do material.
(Uma
coisa interessante aqui é que Jimmy e Larry, num ato espirituoso e nobre
condizente com a cultura do software livre, não só incorporaram as idéias e o
modelo wiki ao seu projeto, como também o renomearam, homenageando assim de
maneira definitiva aqueles que vieram antes deles.)
A
Wikipedia é uma experiência colaborativa radical. É difícil encontrar
iniciativas semelhantes mesmo entre outros projetos de software livre: uma
enciclopédia mundial em que qualquer pessoa pode não só ler seu conteúdo como
modificá-lo, acrescentando, retirando, ligando outros documentos, reformatando,
corrigindo e traduzindo seus verbetes. A fiscalização do trabalho é feita pelos próprios usuários, que
podem atualizá-la com as últimas informações ou apagar informações erradas ou
mentirosas que tenham sido incluídas por desinformados ou vândalos.
Um
avançado controle de revisão (no estilo do CVS para desenvolvimento colaborativo de
códigos) permite que todas as versões antigas dos textos possam ser lidas ou
recuperadas. Discussões podem ser travadas no espaço apropriado de cada
verbete, a estrutura simples de edição e formatação torna a criação fácil e
prazerosa, mesmo para os não iniciados. Apesar disso tudo, o conceito é
poderoso e difícil de ser assimilado por aqueles que ainda tem encucada a idéia
de um "conhecimento central", definido e administrado por mestres de notório saber, designados de
alguma maneira ritual e pela tradição para este nobre trabalho.
Ser autor
de um texto livre, dinâmico e mutável contrasta com o modelo linear e "seguro" dos livros, programas de televisão e mesmo do hipertexto padrão
daquelas webpages seguras, quase estáticas e sob responsabilidade de um editor
ou jornalista. No entanto, a experiência da Wikipedia nos mostra que a
confiabilidade do seu conteúdo é superior ao das melhores enciclopédias do
mundo. A relação entre o número de verbetes que possui e os que de fato foram
atingidos por vândalos é insignificante, além de plenamente reversível. Os
danos causados por tais ataques não são nem um pouco relevantes e não há
indicativos de que eles o sejam no futuro, simplesmente porque é impossível um
movimento de negativação que consiga modificar um número significativo de
verbetes, muito menos de forma permanente (um apresentador da televisão
americana também tentou instigar sua grande audiência a fazer isto, sem
sucesso).
O que é conhecimento?
"Mas,
mesmo assim, porque não confiar no conhecimento institucionalizado, guardado
nos livros, nos intelectuais e nos funcionários públicos designados para tal?
Mesmo que eles não sejam tão ágeis na disseminação, eles de fato possuem o notório
saber, aquele que realmente faz o mundo andar e
se desenvolver..."
Para
compreender a Wikipedia é necessário entender o conhecimento como fenômeno
social coletivo e não como posse e propriedade de uma elite - da qual podemos
ou não nos sentir parte. Não estamos aqui falando, valorizando ou distinguindo
uma cultura popular e uma cultura do status quo, pois não existe
esta dicotomia no "mundo wiki". O que existe é um grupo de pessoas
que vive e interpreta o mundo e que, por meio da linguagem, pode expressar esse
seu conhecimento de forma competente e sintonizada com o outro (quer seja ou
não da mesma classe social).
Em
resumo: qualquer um tem propriedade para escrever sobre algo. O próprio fato
dele poder escrever, falar e atuar continuamente é prova
desta sua competência sobre os saberes que desenvolveu ao longo da vida.
Escrever, em especial, não é um ato solitário e torna-se mais público e grupal
com as possibilidades da teleinformação e das ferramentas da Wikipedia.
Há algo
de Paulo Freire aí, e não é obra do acaso. Os milhares de anônimos,
intelectuais orgânicos que hoje tornam esta experiência realidade são a prova
maior da viabilidade destas idéias.
Conhecimento e conceito
Não se
pode ler um verbete da Wikipedia sem participar. Isto torna a leitura pobre e
sem sentido. O conhecimento lá não é só uma matrix hipertextual que parte da
interpretação individual para atingir o coletivo, como diria Pierre Levy. O
hipertexto e seus links são apenas parte das possibilidades. Num texto
dinamicamente escrito e reescrito, por autores conscientes do seu poder de
influir na coletividade, o que temos é o surgimento também de camadas, dobras,
platôs, múltiplos, histórias (num sentido mais deleuziano). Para se chegar a
uma conclusão condizente com os objetivos de um wiki, deve-se não apenas seguir
os links, mas acompanhar e interpretar a história, os diversos momentos do
texto que lá está. Isto é, não temos "quase-conceitos" ou
"pseudo-conceitos", criados individual e coletivamente, que juntos
formam um conceito ou uma idéia. O que temos em cada verbete é um conceito pleno,
que representa uma idéia na sua plenitude, desde que nos deixemos
desvelá-lo. Vigotsky fala desta necessidade de abstrair e refletir sobre o
conhecimento para se conceituar de forma consistente o universo (*).
Não há
concretude no Conhecimento, se é posto de forma definitiva ele é apenas objeto
de alienação. A reflexão é o que permite olhar para além do que está posto, trabalhar
a informação e reinterpreta-la de volta ao mundo, como resultado de nossa
contemporaneidade. Esta desconfiança deveria ser inerente a qualquer
tipo de informação ou método de ensino, no "mundo wiki" ela se
encontra canalizada como combustível e motor de um conhecimento dinâmico, em
constante transformação.
Concluindo
Tudo o
que foi dito sobre a Wikipedia pode ser utilizado para qualquer wiki ou modelo
correlato, mas a Wikipedia com certeza é a experiência mais bem sucedida e a
principal desenvolvedora deste modelo de gerência do conhecimento. Seus
softwares, documentos e soluções estão disponíveis na MediaWiki
livremente, é claro.
Curiosamente,
não utilizei a Wikipedia para fazer este artigo. Não queria repetir algo que já
pudesse ser encontrado aqui.
É claro
que (ainda) não é possível encontrar tudo na Wikipedia e o que dissemos
refere-se aos milhares de verbetes onde o trabalho coletivo de fato acontece e
onde a polêmica não impôs a necessidade de mediação rigorosa. Você pode ajudar
a ampliá-la e melhorá-la, descobrindo um assunto do seu interesse e
desenvolvendo-o lá, também pode disponibilizar alguma produção antiga sua que
considere importante para os outros. Se desejar, pode simplesmente criar uma
referência externa ou citar a obra.
Na
próxima semana trataremos especificamente das possibilidades de uso do modelo
wiki e da Wikipedia na educação.
Pedagogia da Pesquisa-Ação
Maria Amélia Santoro Franco
Universidade Católica de Santos
Resumo
A pesquisa-ação tem sido utilizada, nas últimas décadas, de diferentes maneiras, a partir de diversas intencionalidades, passando a
compor um vasto mosaico de abordagens teórico-metodológicas,
instigando-nos a refletir sobre sua essencialidade epistemológica,
bem como sobre suas possibilidades como práxis investigativa. O
presente trabalho aprofunda reflexões sobre a pertinência e as
possibilidades da pesquisa-ação como instrumento pedagógico e
científico, buscando indicativos de respostas às questões: a pesquisa-ação deve ser essencialmente uma pesquisa intencionada à
transformação participativa, em que sujeitos e pesquisadores
interagem na produção de novos conhecimentos? Deve assumir o
caráter formativo-emancipatório? Mediando pesquisas e estudos já
realizados, buscou-se estruturar um processo pedagógico para a
pesquisa-ação, que organize a questão da coerência entre a
ontologia e a epistemologia pretendida na pesquisa. Para tanto, foi
necessário estabelecer referências às questões: de que pesquisa
falamos quando nos referimos àpesquisa-ação? Ou mesmo, de
que ação falamos quando nos referimos àpesquisa-ação?E ainda,
como pesquisa e ação se integram na prática pedagógica da
pesquisa-ação?
O trabalho realça que a pesquisa-ação, estruturada dentro de
seus princípios geradores, éuma pesquisa eminentemente pedagógica, dentro da perspectiva de ser o exercício pedagógico, configurado como uma ação que cientificiza a prática educativa, a
partir de princípios éticos que visualizam a contínua formação e
emancipação de todos os sujeitos da prática.
Pesquisa realizada na internet, para ler o artigo completo entre no link: http://www.scielo.br/pdf/ep/v31n3/a11v31n3.pdf
Universidade Católica de Santos
Resumo
A pesquisa-ação tem sido utilizada, nas últimas décadas, de diferentes maneiras, a partir de diversas intencionalidades, passando a
compor um vasto mosaico de abordagens teórico-metodológicas,
instigando-nos a refletir sobre sua essencialidade epistemológica,
bem como sobre suas possibilidades como práxis investigativa. O
presente trabalho aprofunda reflexões sobre a pertinência e as
possibilidades da pesquisa-ação como instrumento pedagógico e
científico, buscando indicativos de respostas às questões: a pesquisa-ação deve ser essencialmente uma pesquisa intencionada à
transformação participativa, em que sujeitos e pesquisadores
interagem na produção de novos conhecimentos? Deve assumir o
caráter formativo-emancipatório? Mediando pesquisas e estudos já
realizados, buscou-se estruturar um processo pedagógico para a
pesquisa-ação, que organize a questão da coerência entre a
ontologia e a epistemologia pretendida na pesquisa. Para tanto, foi
necessário estabelecer referências às questões: de que pesquisa
falamos quando nos referimos àpesquisa-ação? Ou mesmo, de
que ação falamos quando nos referimos àpesquisa-ação?E ainda,
como pesquisa e ação se integram na prática pedagógica da
pesquisa-ação?
O trabalho realça que a pesquisa-ação, estruturada dentro de
seus princípios geradores, éuma pesquisa eminentemente pedagógica, dentro da perspectiva de ser o exercício pedagógico, configurado como uma ação que cientificiza a prática educativa, a
partir de princípios éticos que visualizam a contínua formação e
emancipação de todos os sujeitos da prática.
Pesquisa realizada na internet, para ler o artigo completo entre no link: http://www.scielo.br/pdf/ep/v31n3/a11v31n3.pdf
Atividades propostas
2.1 Navegar
em hipertextos e discutir sobre suas experiências
2.2 Navegar em busca do conceito de hipertexto e
postar em seus respectivos blogs
2.3 Conceituar hipertexto individualmente
Observação: atividades devem ser desenvolvidas no blog do
professor
2.4 Fazer
o registro digital de sua experiência com hipertexto no fórum: experiência de navegar livremente -
(blog do curso)
2.5 Assistir e comentar o vídeo: you tube - Hipertextualidade / Alejandra
Bertolaccini
2.6 Apresentar a unidade - 03 currículos, projetos
e tecnologia.
Experiências de navegar livremente
Neste Fórum faça o registro digital de sua
experiência com hipertexto - experiência
de navegar livremente.
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Comentário - Navegação a deriva
Navegar à deriva é um pouco embaraçoso por alguns instantes,
mas o texto nos aponta caminhos dos textos que vão surgindo nas buscas
virtuais, restando-nos selecionarmos aqueles que mais se inserem no contexto
dos objetivos que pretendemos alcançar.
Podemos
interpretá-lo de diversas formas, no ponto de vista da informatização vendo
numa visão de Hipertexto, trata-se de um termo utilizado em fins eletrônico, de
uma vez que se entende que quando se lida com a internet utilizamos o
hipertexto ao navegarmos nas páginas da WEB.
“Os
hipertextos, seja online ou off-line são informações textuais combinadas com
imagens, sons, organizadas de forma a promover uma leitura (ou navegação) não
linear, baseada em indexações e associações de ideias e conceitos, sob a forma
de links”.
Dessa
forma, o mundo globalizado nos coloca diante dessa interatividade eletrônica,
onde o hipertexto atua em forma de texto disponibilizado pelas redes de
computadores, onde acessaremos aleatoriamente em qualquer computador e por
qualquer usuário, em qualquer lugar do mundo e ao mesmo tempo, qualquer texto desejado.
Então,
o “texto eletrônico em formato hipertextual e multimídia oferece um novo meio
de leitura e de escrita, em que o usuário pode interagir de maneira mais
dinâmica com à informação; escolher entre múltiplas trajetórias e esquemas
possíveis de leitura; experimentar o texto como parte de uma rede de conexões
navegáveis que oferecem acesso fácil e rápido a outra informação necessária
para a compreensão.”
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